- O Movimento Nacional de Direitos Humanos no Paraná (MNDH-PR), iniciou o ano de 2006 com 8 (oito) filiadas a mais que os anos anteriores. De 6 (seis) entidades/movimentos filiadas ao Movimento Nacional (veja na página geral do MNDH-Brasil) em 2005, foi para 14 (quatorze) em 2006;
- O MNDH-PR, em parceria com a Terra de Direitos e Deser, realizou a Audiência PIDESC, pertencendo ao MNDH-PR o trabalho de mobilização e participação das entidades e movimentos sociais do interior do Paraná na Audiência realizada em Curitiba. No total, participaram da Audiência aproximadamente 40 pessoas;
- No intervalo da Audiência PIDESC o MNDH-PR realizou uma reunião com as entidades filiadas presentes em Curitiba (que era a maioria), escolhendo-se uma coordenação coletiva do MNDH-PR para desenvolver os trabalhos nos anos seguintes: Elias Canuto Brandão (Maringá), Ivo Maia Pereira (Apucarana), Clóvis Pereira (Londrina) e Maria Benildes (Pato Branco);
- Reunião da coordenação nos dias 09 e 10 de dezembro/2006, em Pato Branco/PR, reavaliando os trabalhos de 2006 e planejando ações para 2007;
- Realizou-se em 2006 um “Café da Manhã” em Londrina e três em Maringá;
- Por ser ano eleitoral, os trabalhos das entidades ficaram restritos a elas e muitos de seus integrantes se envolveram na campanha política para eleição de deputados estaduais, federais, senador, governador e presidente da República. O engajamento político desarticulou o trabalho organizativo das entidades e movimentos, entre o Fórum Regional de Entidades de Direitos Humanos (FREDH) de Maringá e Região que deverá ser retomado a partir da primeira quinzena de março de 2007;
- Participação do conselheiro nacional e integrante da coordenação do MNDH-PR, enquanto representante do CDH-Maringá, no conselho do PROVITA/PR, que deve continuar no ano de 2007.
5.3.07
Balanço do MNDH-PR/2006
Debate sobre o Haiti
De Simão Junior
A Coordenação dos Movimentos Sociais (CMC) do Paraná, juntamente com o Jubileu Sul Américas, estarão realizando nesta terça-feira, 06 de março, às 09 horas, no Plenarinho da Assembléia Legislativa, em Curitiba/PR, debate sobre a ocupação do Haiti por forças extrangeiras. O convite, intitulado "SOLIDARIEDADE COM O POVO HAITIANO" tem por objetivo iniciar uma "campanha em apoio ao Haiti a favor da retiradadas tropas estrangeiras, o fim do saque financeiro e a reparação das dívidas históricas, sociais e ecológicas das quais o povo haitiano é o verdadeiro credor", diz o convite que informa que "o debate terá a presença de Didier Dominique, de Batay Ouvriye, (Batalha Operária), Coordenador da comissão para as zonas francas e Porta voz da organização. Batalha Operária é um dos principais movimentos sindicais do Haiti cujo trabalho principal é a organização dos trabalhadores e trabalhadores super explorados pelas empresas estrangeiras que se instalaram na fronteira com a República Dominicana. O Haiti pequeno país que luta há mais de 200 anos por sua verdadeira independência sempre foi palco de invasões militares e disputas entre Canadá, EUA e França. Há mais de dois anos sofre uma ocupação militar comandada pelo Brasil".
1.3.07
Reunião do Conselho do MNDH

Neste final de semana, dias 03 e 04 de março de 2007, o Conselho Nacional do MNDH-Brasil estará reunido na Capital Federal - Brasília - para discussões de vários assuntos inerentes aos Direitos Humanos, às entidades filiadas, questões financeiras, organização, formação e encontro e assembléia nacional em 2008. Entre os conselheiros, estará o representante do Estado do Paraná, Elias Canuto Brandão.
26.2.07
Café da Manhã - Maringá

Sábado, dia 10 de março, das 08h00min., às 10h00min., o Movimento Nacional de Direitos Humanos do Paraná (MNDH-PR), em continuidade ao que foi decidido na reunião da coordenação estadual, em Pato Branco/PR, organizará reunião (Café da Manhã) do Fórum Regional de Entidades de Direitos Humanos (FREDH) de Maringá, Sarandi, Paiçandu...
O Café da Manhã será aberto à participação de entidades e movimentos sociais (sociedade civil) que desenvolvem ações de direitos humanos (Criança e Adolescente; Meio Ambiente; Idosos; Saúde; Educação; Índios; Negros; Moradia...).
Durante a reunião a coordenação do MNDH-PR entregará os certificados/declarações aos que participaram das atividades desenvolvidas em 2005 e 2006, a exemplo do Seminário de Direitos Humanos e da Audiência PIDESC, em Curitiba e sobre o Sistema Nacional de Direitos Humanos, na UEM.
Solicitamos confirmar a participação pelo telefone: (44) 9952-0877.
Durante a reunião a coordenação do MNDH-PR entregará os certificados/declarações aos que participaram das atividades desenvolvidas em 2005 e 2006, a exemplo do Seminário de Direitos Humanos e da Audiência PIDESC, em Curitiba e sobre o Sistema Nacional de Direitos Humanos, na UEM.
Solicitamos confirmar a participação pelo telefone: (44) 9952-0877.
- DIA: 10 de março de 2007;
- HORAS: 08 às 10 horas;
- LOCAL: Praça Miguel de Oliveira, s/n, esquina com Avenida Franklin Delano Roosevelt - Salão Paroquial da Capela Nossa Senhora do Rosário;
- BAIRRO: Conjunto Requião IV;
- CIDADE: Maringá/PR.
PAUTA: Entregue de certificados/declarações; planejamento para 2007 e informes.
22.2.07
Bolsas governamentais
Uma discussão interessante durante uma reunião do Centro de Direitos Humanos (CDH) de Pato Branco, tomou conta dos participantes sobre a bolsa família e o primeiro emprego. Um dos participantes irritado com os questionamentos aos Programas governamentais fez várias considerações:
“há muitas pessoas contra as bolsas e vêem as bolsas como esmola, assistencialismo. Mas não há emprego suficiente para todos. Ficam dizendo que as pessoas têm que trabalhar, mas trabalhar onde? Com quem? Que adianta ser contra as bolsas enquanto passamos necessidades? Sou a favor, sim, que ao mesmo tempo em que as famílias recebam a bolsa ou bolsas, que haja investimentos do governo em desenvolvimento econômico para gerar emprego. Havendo emprego, aí sim, se acabe com as bolsas. Do contrário, tem que ser mantidas”.
A reflexão silenciou os presentes. Em seguida, uma senhora - ou senhorita - encorajou-se com os questionamentos anteriores e disse: “quando vamos procurar emprego, nos querem com experiência. Mas como ter experiências se não nos dão oportunidade?”
A reflexão silenciou os presentes. Em seguida, uma senhora - ou senhorita - encorajou-se com os questionamentos anteriores e disse: “quando vamos procurar emprego, nos querem com experiência. Mas como ter experiências se não nos dão oportunidade?”
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